Gestão de Riscos

 

  • A Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) publicaram a Instrução Normativa Conjunta MP/CGU nº 01, de 10 de maios de 2016, que dispõe sobre a sistematização de práticas relacionadas à governança, à gestão de riscos e aos controles internos no âmbito de órgãos e entidades do Poder Executivo Federal. O referido ato determina que os órgãos instituam sua política de gestão de riscos em até 12 meses após sua publicação. Nesse sentido  foi atualizada a Política de Gestão de Riscos (PGR), por meio da Portaria nº 1.217, de 3 de junho de 2019, que tem por finalidade estabelecer os princípios, diretrizes e responsabilidades mínimas a serem observadas e seguidas para a gestão de riscos e de controles internos referentes aos planos estratégicos, programas, projetos e processos do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Acesse a portaria.

 

  • Metodologia de Gestão de Riscos : a identificação dos riscos de integridade dos processos selecionados foi feita por meio de oficinas com servidores responsáveis pelo processo. Como resultado das oficinas foram elaboradas as matrizes de riscos das áreas de logística, patrimônio, engenharia, e gestão de pessoas, nas quais foram identificados os riscos inerentes (antes de aplicação de medidas de controle que pudessem reduzir a probabilidade de sua ocorrência ou seus impactos) e residuais (após aplicação de ações gerenciais para o tratamento do risco) dos macroprocessos definidos como prioritários para início do programa. Os riscos inerentes foram avaliados usando uma matriz 4x4, levando em consideração a probabilidade e impacto de cada risco identificado. A avaliação dos controles existentes seguiu os parâmetros constantes do “Guia Prático para Gestão de Risco de Integridade” publicado pela Controladoria-Geral da União.
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