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MDH e MS trabalham pela execução da Política Nacional de Saúde integral para população negra

publicado: 19/06/2018 18h12, última modificação: 19/06/2018 18h12

Instituído pela Assembleia Geral das Nações Unidas, o Dia Mundial de Conscientização da Anemia Falciforme é comemorado nesta terça-feira (19), com objetivo de dar visibilidade e reduzir as taxas de morbidade e mortalidade da doença. 

O Ministério dos Direitos Humanos, em parceria com o Ministério da Saúde, trabalha na construção conjunta de estratégias para a plena execução da Política Nacional de Saúde integral da População Negra (PNSIPN) por meio do monitoramento realizado pela Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).

O ministro de Direitos Humanos, Gustavo Rocha, destaca a transversalidade realizada em benefício da população negra. “A articulação por nós realizada da inclusão do quesito raça cor no Sistema Único de Saúde tem por objetivo reduzir os impactos de determinadas doenças e agravos que atingem principalmente a população negra”, afirma.

Já o secretário nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Juvenal Araújo,  avalia que é importante estabelecer estratégias de aplicação da PNSIPN para que os entes federados possam direcionar a política no enfrentamento das desigualdades em saúde com enfoque na abordagem étnico-racial. “O que queremos é a garantia do acesso da população negra nas ações e serviços de saúde de forma oportuna e humanizada”, destaca.

Doença Falciforme - Com características genéticas e hereditárias, é marcada por uma alteração nos glóbulos vermelhos do sangue (hemácias). É diagnosticada precocemente através do Teste do Pezinho, que possibilita acompanhamento médico especializado já nas fases iniciais de desenvolvimento, o que pode contribuir com a melhora na qualidade de vida do paciente. Já na fase adulta, o diagnóstico pode ser obtido por meio de exame de sangue eletroforese de hemoglobina.

 

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