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I Encontro de Lideranças Femininas dos Partidos Políticos é realizado em Brasília

publicado: 11/12/2019 10h35, última modificação: 11/12/2019 14h30
I Encontro de Lideranças Femininas dos Partidos Políticos é realizado em Brasília

Foto: SNPM/MMFDH - Divulgação

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), por meio da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM), reuniu nessa terça-feira (10) lideranças femininas de partidos políticos. O objetivo é iniciar o diálogo sobre a inserção das mulheres nas eleições de 2020. Durante o encontro, realizado em Brasília, a SNPM sugeriu a construção de um pacto nacional, bem como a realização de campanhas de incentivo à participação das mulheres na política.

 A atividade faz parte do projeto “+ Mulheres no Poder”, que está sendo desenvolvido pela secretaria e deverá ser lançado ainda no primeiro semestre do ano que vem. Com microfone aberto, as representantes de 23 partidos e 6 parlamentares discutiram rapidamente questões como violência política, representatividade, formação de candidatas, conscientização, disponibilidade de recursos para mulheres e candidaturas fraudulentas.

 A titular da pasta, Cristiane Britto, conduziu os diálogos destacando o compromisso do Governo Federal em promover ações para estimular a participação das mulheres na política, bem como a importância da escuta. “Hoje estamos aqui para ouvir todas vocês e para propor um pacto nacional aos partidos, visando garantir que todas as Câmara Municipais possam contar com ao menos uma mulher”, ressaltou a secretária na abertura da reunião.

 Também participaram do encontro as deputadas federais Professora Dorinha Seabra, Soraya Santos, Adriana Ventura e Patrícia Ferraz.

 Representatividade 

O Brasil ocupa a 152ª posição no ranking mundial de representação feminina na política. Nas eleições de 2018, as mulheres representaram apenas 31% das candidaturas, no limite mínimo que estabelece a legislação. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indicam que 1.290 municípios não contam com vereadoras eleitas e, quando observadas as prefeituras, a situação não é diferente. O número de mulheres eleitas prefeitas em 2016 corresponde a apenas 12%.

 

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