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Evento visa ampliar o diálogo entre Governo e instituições voltadas à pauta de mulheres

publicado: 03/06/2019 20h44, última modificação: 03/06/2019 20h49
Encontro

Uma iniciativa do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), por meio da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres (SNPM), a primeira edição do Projeto de Gestão Participativa foi realizada nesta sexta-feira (31). O encontro reuniu advogadas, representantes de organizações sem fins lucrativos e autoridades do ministério, com o objetivo de estreitar o diálogo e coletar boas práticas.

À frente da ação, a secretária nacional de Políticas para Mulheres, Cristiane Britto, destacou a responsabilidade e o desafio de construir políticas públicas diante de um cenário de quase cinco mil assassinatos de mulheres por ano e mais de 221 mil casos de violência doméstica.

“A minha proposta é construir políticas públicas, por meio do diálogo e da parceria. A escuta é uma ferramenta fundamental para avançar nas políticas públicas”, afirmou a responsável pela Pasta das mulheres. A secretária adjunta, Rosinha da Adefal, também ressaltou a importância de cuidar das mulheres, que são base de sustentação das famílias.

A secretária Cristiane destacou, ainda, que pretende manter e aperfeiçoar os projetos, além de realizar política de Estado com foco na efetividade, “pois as mulheres não podem esperar”. A iniciativa formulada pela nova secretária deverá contemplar diálogos mensais com outras categorias, visando a construção de políticas públicas que alcance as mulheres de forma efetiva.

Evento

A atividade foi aberta pelo secretário executivo MMFDH, Sérgio Carazza, que reforçou para o público o compromisso do ministério com a pauta de mulheres. A secretária nacional da Família, Ângela Gandra, também prestigiou o encontro e destacou o trabalho que precisa ser realizado a favor das mulheres, que por fim impacta toda a família.

Durante toda a manhã, mais de 22 mulheres conhecedoras das problemáticas sociais da pauta apresentaram relatos das dificuldades enfrentadas na base, no que se refere às violências psicológicas, patrimoniais, políticas e até impostas no processo de maternidade.

Estiveram presentes representantes da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Distrito Federal (OAB-DF), Associação Brasileira de Advogadas (ABRA), Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP), Associação Brasileira de Advogados (ABA), Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), Defensoria Pública, entre outras entidades da sociedade civil ligadas à advocacia.

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