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Em Roraima e São Paulo, ministérios acompanham atividades referentes à acolhida de crianças e adolescentes imigrantes

publicado: 27/06/2019 20h25, última modificação: 28/06/2019 11h57
Em Roraima e São Paulo, ministérios acompanham atividades referentes à acolhida de crianças e adolescentes imigrantes

Foto: Wellington Macedo - SNDCA/MMFDH

Representantes da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA) do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Ministério da Cidadania e Defensoria Pública da União (DPU) estão visitando a estrutura disponibilizada aos imigrantes venezuelanos que chegaram ao Brasil pelo município de Pacaraima/RR. Desde a última terça-feira (25), a equipe tem a missão de analisar o fluxo de atendimentos e garantir a promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente migrantes.

Neste contexto, a coordenadora-geral de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente do MMFDH, Cecília Pita, enfatiza o propósito das visitas. “Consiste em conhecer a metodologia desenvolvida e produzir um protocolo que garanta a proteção integral de crianças e adolescentes migrantes, pois antes de tudo são crianças e devem ser protegidas”, completa.

Histórico

A comitiva interministerial esteve em Roraima nestas terça e quarta-feira (25 e 26). Em seguida, foram para São Paulo/SP, onde permanece até esta sexta-feira (28), visando conhecer as boas práticas de interiorização desenvolvidas na cidade.

Além de Pacaraima/RR, o grupo também esteve em Boa Vista/RR, na visita à Operação Acolhida e ao Posto de Triagem (PETRIG), assim como nos diversos abrigos, além de se reunir com representantes federados, estaduais e municipais, e organizações internacionais. Atualmente 108 organizações não governamentais atuam na região, em parceria com o Governo Federal.

Interiorização

A interiorização é a estratégia que apoia o deslocamento voluntário de imigrantes venezuelanos que se encontram em Roraima para outros estados brasileiros, a fim de oferecer maiores oportunidades de inserção socioeconômica aos imigrantes e diminuir a pressão sobre os serviços públicos roraimenses.

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