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Ministra Damares lança campanha contra o suicídio e automutilação em Goiás

publicado: 19/06/2019 13h54, última modificação: 19/06/2019 14h07
Ministra Damares lança campanha contra o suicídio e automutilação em Goiás

Foto: Sérgio Rocha/Assembleia Legislativa do Goiás

A ministra Damares Alves lançou a campanha “Acolha a Vida” em Goiás nesta quarta-feira (19), durante evento realizado na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego). Uma iniciativa do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), a ação visa prevenir o suicídio e a automutilação em todas as faixas etárias, especialmente crianças, adolescentes e jovens.

De acordo com a ministra, o assunto suicídio foi tratado durante muito tempo como tabu. “Pessoas incríveis estão se suicidando, e o efeito dominó provocado por isso é motivo de muita preocupação. Nós estamos diante de uma tragédia e teremos coragem de falar. O nosso comprometido é com a família”, disse.

Na oportunidade, Damares citou que a campanha visa abranger todo o país. Sobre o estado do Goiás, ela citou a preocupação com áreas que possuem números alarmantes, como o Entorno do Distrito Federal. “Nós vamos trazer parcerias, campanhas de prevenção e treinamento. Inclusive com atendimento por telefone”, ressaltou.

A ministra propôs, ainda, o debate na Comissão da Alego, a fim de que a realidade possa ser melhor compreendida, já que cerca de 20% dos jovens brasileiros se cortam. “Que este estado, junto conosco, fale “nós acolhemos a vida!”, completou.

Homenagem

Durante o evento a ministra recebeu a maior honraria da Assembleia Legislativa, a Medalha do Mérito Legislativo Dr. Pedro Ludovico Teixeira. Ao receber a homenagem, ela enfatizou a importância de órgãos parceiros, como o Ministério Público goiano, cujos membros integraram a força-tarefa que levou João de Deus, uma liderança religiosa no município de Abadiânia, à prisão. Ele está envolvido em vários casos de violência sexual.

“O Brasil ganhou com a persistência de vocês”, elogia. “Não é só no Brasil. Falamos na Organização das Nações Unidas (ONU), no Mercossul. Vocês não fizeram para colocar um criminoso na cadeia, mas para salvar vidas. Vocês acreditaram nas mulheres envolvidas no caso”, enfatizou a ministra.

Com informações da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás

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