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SNJ realiza evento “O Protagonismo da Mulher Jovem no Brasil” com palestras sobre feminismo e vulnerabilidade

publicado: 28/03/2019 10h10, última modificação: 28/03/2019 11h50
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SNJ realiza evento “O Protagonismo da Mulher Jovem no Brasil” com palestras sobre feminismo e vulnerabilidade. (Foto: Willian Meira - MMFDH)
A secretária Nacional da Juventude, Jayana Nicaretta da Silva, discursa sobre a importância do protagonismo da mulher jovem no Brasil, em Brasília. (Foto: Willian Meira - MMFDH).
Autoridades participam de evento promovido pela SNJ/MMFDH, em Brasília. (Foto: Willian Meira - MMFDH).
SNJ realiza evento “O Protagonismo da Mulher Jovem no Brasil” com palestras sobre feminismo e vulnerabilidade. (Foto: Willian Meira - MMFDH)
SNJ realiza evento “O Protagonismo da Mulher Jovem no Brasil” com palestras sobre feminismo e vulnerabilidade. (Foto: Willian Meira - MMFDH)

Na tarde desta quarta-feira (27), a Secretaria Nacional da Juventude (SNJ), do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), promoveu o evento “O Protagonismo da Mulher Jovem no Brasil”, na capital federal. A solenidade teve como objetivo avançar e fundamentar conceitos para a temática na qual a mulher jovem é protagonista, contribuindo para o cenário que visa garantir os direitos garantidos pelo Estatuto da Juventude.

A ministra Damares afirmou estar muito orgulhosa de ter em seu Ministério uma secretaria que não descarta nenhuma das juventudes e que dá voz às mais de 23 milhões de jovens mulheres brasileiras que têm entre 15 e 29 anos. “Nunca teve tantos jovens neste país. Nós temos que valorizar isso e olhar para frente. Este Ministério chega para trazer protagonismo, principalmente para as mulheres nessa faixa etária”, afirmou.

Para a titular do MMFDH, o governo do presidente Jair Bolsonaro veio com tudo para ultrapassar os desafios e alcançar a população que não era alcançada. “A SNJ tem essa missão e vocês podem contar com esta ministra”, concluiu.

Na ocasião, a secretária Jayana agradeceu a ministra Damares, além de destacar a importância da superação dos desafios para chegar em um lugar de grande importância sendo mulher. “Eu lutei pelos nossos direitos e sei o que é representatividade”, disse.

Segundo Jayana, o evento tem um significado muito importante para o Governo Federal, porque foi um local onde movimentos plurais foram ouvidos. Ela lembrou, ainda, das seis mulheres que o Ministério possui hoje à frente das Secretarias, o que é visto como um esforço de sucesso para empoderar as mulheres brasileiras. “Vamos demonstrar o respeito e a democracia que este Governo representa”, completou.

Em nome do Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), Desiré Queiroz expôs que muitas dessas mais de 23 milhões de jovens brasileiras estão em situação de vulnerabilidade social. “Vamos falar de jovens para que elas possam alcançar o poder, terminas seus estudos e serem valorizadas. Nós merecemos respeito”.

Após a cerimônia, parte da equipe da SNJ distribuiu flores para as mulheres presentes no evento.

Também participaram da solenidade, o secretário-executivo do ministério, Sérgio Carazza, a representante do projeto Vira Vida do Serviço Social da Indústria (SESI), Maria Aparecida Soares Lima e a deputada estadual de Santa Catarina Ane Carolina Compagnolo, além de demais autoridades e movimentos de mulheres jovens do país.

Palestras

Após a abertura, a representante do Vira Vida iniciou seu painel apresentando o projeto que já mudou a vida de muitas brasileiras pelo Brasil. Maria Aparecida Soares Limas palestrou sobre a experiência do programa no atendimento de jovens em situação de extrema vulnerabilidade social.

O Vira Vida é uma tecnologia de intervenção social idealizado pelo Conselho Nacional do SESI. O programa está no Distrito Federal há quase uma década resgatando jovens e proporcionando a eles um trabalho de atenção integral. O Vira Vida trabalha com os pilares educacionais da Unesco: aprender a ser, a conviver, a conhecer, a fazer e a transcender.

Para encerrar o evento, a autora e deputada estadual Ana Carolina Campagnolo (PSL/SC) apresentou o painel “O Resgate da Mulher à Feminilidade não é uma Invenção”, baseado no seu livro “Feminismo: Perversão e Subversão”. Na publicação, Campagnolo revê a trajetória do feminismo, confrontando as alegadas motivações e supostas conquistas do movimento com suas reais consequências na história cultural do Ocidente e, em especial, do Brasil.

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