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Em parceria com o MMFDH, velejador Lars Grael chama a atenção para os perigos da internet

publicado: 02/10/2019 19h32, última modificação: 03/10/2019 15h49

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou a campanha Acolha a Vida, uma iniciativa que visa prevenir suicídios e automutilação em todas as faixas etárias, especialmente crianças, adolescentes e jovens. Como parte da ação, o órgão divulgou, nesta quarta-feira (02), mais um vídeo, que conta com a participação do velejador Lars Grael.

Segundo ele, algumas mudanças causam surpresas, a exemplo da internet. “Já parou para pensar quantas horas você passa conectado? Hoje isso é tão normal, que eu mesmo não consigo imaginar nossas vidas sem isso”, ressaltou. Porém, para ele, é importante a atenção ao mundo digital, que pode estar cheio de armadilhas.

Aos pais e responsáveis, o velejador ressalta que é necessário ativar as opções de controle por faixa etária. “Além disso, converse e eduque sobre conteúdos adequados para a idade”, destacou. Para ele, acompanhar as conversas pela internet também deve ser uma opção, “pois a privacidade do seu filho não vale mais que a segurança e o bem-estar dele”.

“Existem pessoas muito mal-intencionadas, perversas mesmo, que induzem as crianças a comportamentos de risco”, afirmou. Mudanças repentinas de comportamento, isolamento e marcas de cortes pelo corpo ou outros ferimentos também merecem atenção. “Esses podem ser sinais de que alguém que você tanto ama pode estar em perigo”, acrescenta.

O atleta finaliza com uma dica. “Procure ajuda dos profissionais de saúde mental e não se omita. Se flagrar esse tipo de situação chame a polícia. Se envolva, ame, abrace. Acolha a vida”, aconselha.

Campanha

O MMFDH lançou a campanha “Acolha a Vida” em abril deste ano. A iniciativa visa prevenir suicídios e automutilação em todas as faixas etárias, especialmente crianças, adolescentes e jovens.

A ação conta com a consultoria do psicólogo especialista em Prevenção do Suicídio e doutorando da Universidade de Brasília (UnB), Carlos Aragão, e do psiquiatra da Infância e da Adolescência do Hospital Universitário de Brasília (HUB), André Salles.

Assista ao vídeo na íntegra

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