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Em Sousa/PB, ministério ouve comunidades ciganas para desenvolver políticas públicas

publicado: 24/10/2019 18h40, última modificação: 24/10/2019 18h40
Visita a comunidades ciganas

Nestas terça e quarta-feira (22 e 23), a titular da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SNPIR), do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Sandra Terena, foi recebida pela comunidade cigana de Sousa, município da Paraíba localizado no semiárido nordestino. Durante os dois dias de ações, a SNPIR ouviu as demandas das comunidades ciganas locais e articulou a viabilização de políticas públicas junto aos representantes do governo municipal e estadual.

“Estamos dando o nosso melhor para que todas as comunidades tradicionais do Brasil tenham seus direitos assegurados. Como diz a nossa ministra Damares Alves, quando há corrução e desvio de recursos, é nos direitos humanos que as pessoas têm os seus direitos violados. Por isso, estamos trabalhando, criando estratégias para que essas comunidades, além de ter seus direitos garantidos, possam ter sua autonomia por meio de iniciativas que visem a capacitação e o empreendedorismo”, destacou a secretária.

Na terça-feira (22), Terena e a equipe da SNPIR participaram de reunião na Prefeitura de Sousa, em que chefes das comunidades ciganas locais apresentaram suas demandas. No mesmo dia, a secretária participou de uma reunião com lideranças ciganas na Câmara Municipal de Sousa.

Durante as ações, Terena ressaltou o trabalho da SNPIR e do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos em relação às comunidades tradicionais. “É uma determinação da ministra Damares Alves que esta gestão atenda com empenho as comunidades tradicionais até então invisibilizadas. A comunidade cigana faz parte desses povos que não tinham a atenção dos governantes. No governo Bolsonaro, ninguém ficará para trás”.

Visitas

Na quarta-feira (23), a equipe visitou as comunidades ciganas locais e teve a oportunidade de ouvir diretamente da população quais são suas necessidades. “Conhecemos a dona Tina. Uma senhora de 90 anos que mora embaixo de uma árvore junto com suas poucas coisas. Ela pediu para não esquecermos dela. E não vamos esquecer”, afirmou Terena.

“Vamos articular para que essa população tenha melhores condições de vida. São muitas as demandas, principalmente em infraestrutura básica, passando por educação e saúde. Detectamos problemas de moradia, falta de saneamento, energia elétrica, entre outros. Conhecer essas pessoas, enxergar suas necessidades e ver esperança no nosso trabalho nos dá forças e coragem para seguirmos trabalhando ainda mais em prol dos povos e comunidades que tanto precisam”, concluiu Terena.

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