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Mais de 860 entidades de defesa de direitos humanos apoiam candidatura do Brasil a assento no CDH da ONU

publicado: 11/10/2019 19h11, última modificação: 11/10/2019 19h12

Nesta sexta-feira (11), 869 entidades de defesa de direitos humanos da América Latina apoiaram a candidatura do Brasil a assento no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (CDH/ONU). Por meio de manifesto, as organizações ressaltaram que o país não representa apenas os sentimentos dos cidadãos brasileiros, mas os de muitas pessoas cujos direitos foram deixados para trás, de forma a refletir a proteção dos direitos das minorias.

O documento cita que o CDH precisa de vozes diferentes e plurais, além de enfatizar que o país defende abertamente questões prioritárias como o direito à vida e à família. O respeito às leis nacionais e aos tratados internacionais de direitos humanos também são enfatizados.

Entre os exemplos do potencial da nação brasileira, as entidades apresentam a ajuda concedida ao povo da Venezuela. Para além disso, é reafirmado o compromisso do Brasil em levantar a voz pela defesa dos direitos humanos de grupos invisibilizados e pela proteção dos valores éticos, já que o Estado possui um governo corajoso.

"Por tais razões e como parte da sociedade a quem o Brasil representa, asseveramos a necessidade de que o Brasil tenha lugar no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas", concluem.

Ministério

“Nós merecemos, precisamos e queremos esta vaga na ONU para ampliar a defesa dos direitos humanos”, completa a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

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