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No Rio de Janeiro, MMFDH integra audiência pública referente aos povos de terreiro e matriz africana

publicado: 02/10/2019 15h56, última modificação: 02/10/2019 15h56
Audiência pública

A audiência pública “Diálogo pela liberdade religiosa e contra a perseguição religiosa em Nova Iguaçu” foi realizada nessa terça-feira (01), na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. Representante do Ministério da Mulher da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), a coordenadora-geral de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana e Terreiros, da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SNPIR), Isabel Paredes, participou da reunião.

Na ocasião, os representantes de matriz africana e povos de terreiro se manifestaram a respeito dos constantes ataques e discriminação que essa população vem sofrendo, incluindo ataques violentos aos seus locais de convivência e culto.

Edital

A secretária nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Sandra Terena, falou sobre o que a pasta tem feito em busca de combater essa violência. “Desde o primeiro semestre deste ano, nossa secretaria tem trabalhado em um projeto específico de incentivo ao empreendedorismo de povos e comunidades tradicionais, o Projeto BRA 13/020. Visitamos terreiros no Rio de Janeiro e tivemos a oportunidade de conhecer mais sobre os trabalhos sociais e culturais dessa população, bem como os benefícios que essas ações podem refletir na sociedade”.

Sandra Terena também explicou o projeto. “O BRA 13/020 está com edital aberto desde 17 de setembro até 8 de novembro, e vai disponibilizar 800 mil reais para que uma agência implementadora trabalhe com projetos de cinco a oito povos e comunidades tradicionais de terreiro e matriz africana”.

Essa ação é fruto de uma parceria entre o MMFDH, por meio da SNPIR, e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A inscrição das propostas pode ser feita pelo e-mail decom@mdh.gov.br .

Acesse mais informações sobre o edital

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